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 Nesta quinta-feira (26), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou uma série de requerimentos no âmbito das investigações sobre fraudes em benefícios previdenciários, incluindo a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva — conhecido como Lulinha —, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Os integrantes da comissão votaram, em conjunto, 87 pedidos, abrangendo além do caso de Lulinha também outras quebras de sigilo envolvendo investigados pela Polícia Federal, ex-parlamentares e empresários ligados ao esquema, como Augusto Ferreira Lima e Leila Pereira.


O requerimento referente ao filho do presidente foi apresentado pelo relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), com o objetivo de permitir que os investigadores tenham acesso a extratos bancários, declarações e demais movimentações financeiras do período sob apuração.


A sessão, porém, não transcorreu em clima pacífico. Logo após a aprovação dos pedidos, parlamentares trocaram empurra-empurra e houve confrontos verbais entre membros da base governista e da oposição, motivando a interrupção da reunião e a suspensão da transmissão da TV Senado.


Lulinha já havia sido citado em fases anteriores da chamada “Operação Sem Desconto”, que apura descontos associativos não autorizados aplicados em benefícios do INSS, mas até o momento não foi formalmente indiciado. 

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