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 A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se manifestou na noite de domingo (15) sobre a maneira como o ex-presidente Jair Bolsonaro foi retratado no desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, durante o Carnaval do Rio de Janeiro. A agremiação levou para a avenida uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Em uma das alegorias, Bolsonaro apareceu caracterizado como um palhaço atrás das grades, usando tornozeleira eletrônica com indícios de violação — uma alusão ao episódio que culminou na revogação de sua prisão domiciliar em novembro do ano passado.


Ao comentar a representação, Michelle afirmou: “Apenas para deixar registrado um fato histórico: quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso consta nos autos judiciais, não é uma opinião”.


Com o enredo intitulado “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a escola destacou a trajetória de Lula desde seu nascimento, em 1952, até a chegada à Presidência da República.


O presidente foi interpretado pelo ator e humorista Paulo Vieira durante a apresentação. Embora não tenha desfilado na Sambódromo da Marquês de Sapucaí, Lula acompanhou o espetáculo da própria avenida, ao lado do prefeito Eduardo Paes.


Desde que surgiu a possibilidade de participação do presidente no desfile, o tema gerou controvérsia, especialmente entre políticos de oposição, que apontaram possível propaganda eleitoral antecipada e questionaram o uso de recursos públicos para promoção pessoal. Grupos contrários chegaram a acionar a Justiça para tentar impedir sua presença na Sapucaí.


Para o Carnaval deste ano, o Governo Federal destinou R$ 12 milhões às escolas do grupo especial do Rio. A Acadêmicos de Niterói deverá receber aproximadamente R$ 1 milhão pela participação no desfile.

VEJA O VÍDEO

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