Na edição desta segunda-feira (15), Ratinho iniciou seu programa no SBT com um pronunciamento firme contra o que chamou de radicalismo político direcionado à emissora após a estreia do SBT News. O apresentador reagiu às críticas que circularam nas redes sociais, nas quais o canal passou a ser acusado de adotar uma linha política específica — acusação que ele negou de maneira categórica.
Ao vivo, Ratinho destacou que o evento de lançamento do novo canal jornalístico contou com convites a representantes de diferentes partidos, reforçando que o SBT preserva uma linha editorial independente. Para ele, afirmar que a emissora tem um viés político revela desconhecimento e falta de familiaridade com a trajetória construída pelo grupo ao longo dos anos.
A situação ganhou novos desdobramentos nos bastidores logo em seguida. O cantor Zezé Di Camargo teria se mostrado insatisfeito com a forma como a direção do SBT conduziu a participação de autoridades no evento. Diante disso, o artista pediu que seu programa especial fosse retirado da grade, alegando que a atual administração não estaria respeitando os valores e princípios defendidos por Silvio Santos, fundador da emissora.
Em um primeiro momento, a emissora indicou que não acataria o pedido e que manteria a exibição do especial. No entanto, após reavaliar o cenário, o SBT mudou de posição e decidiu atender à solicitação de Zezé Di Camargo, optando pela suspensão do programa.
O episódio expôs um ambiente de tensão interna após o lançamento do SBT News e voltou a colocar em pauta discussões sobre polarização política, autonomia editorial e a tradição de neutralidade que sempre marcou a história do SBT.
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