Dois terremotos de magnitude elevada foram registrados no Oceano Atlântico na terça-feira (13). Os abalos sísmicos ocorreram na região da Dorsal Mesoatlântica, a aproximadamente 1.900 quilômetros de Recife, capital de Pernambuco.
De acordo com as informações divulgadas pelo Bacci Notícias, com base em dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o primeiro tremor atingiu magnitude 6,7. O segundo, registrado algumas horas depois, alcançou magnitude 6,9.
Os dois eventos tiveram profundidade estimada em 10 quilômetros e ocorreram em uma área de alto-mar, distante do território brasileiro. Os registros consultados pela publicação não apontaram danos no Brasil relacionados aos terremotos.
Onde ocorreram os terremotos?
Os abalos foram registrados na região da Dorsal Mesoatlântica, uma extensa formação geológica submarina localizada no Oceano Atlântico. A área está associada ao movimento das placas tectônicas, que pode provocar atividades sísmicas.
Apesar da magnitude dos tremores, os dados citados na reportagem indicam uma classificação de baixo impacto humanitário. Essa avaliação considera fatores como a localização dos terremotos e a presença de populações potencialmente expostas.
Existe risco de tsunami no Brasil?
A possibilidade de tsunami também foi abordada na reportagem. Segundo o texto publicado pelo Bacci Notícias, o Centro Nacional de Alerta de Tsunami dos Estados Unidos informou que não era esperado um tsunami destrutivo em decorrência do evento.
Até a consulta realizada pela publicação na quarta-feira (14), não havia confirmação de um alerta de tsunami para o litoral brasileiro.
É importante destacar que terremotos de grande magnitude não significam automaticamente que haverá um tsunami. A possibilidade depende de características do evento, incluindo o tipo de deslocamento do fundo oceânico.
As informações disponíveis apontam que os dois terremotos ocorreram em alto-mar, longe da costa nordestina. Não há, nos registros consultados pela reportagem, indicação de danos no Brasil relacionados aos abalos sísmicos.
Fonte: Bacci Notícias, com informações atribuídas ao USGS e ao sistema internacional de monitoramento de desastres GDACS.
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