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Uma tragédia chocou a comunidade acadêmica de Porto Velho (RO) na noite desta sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026: a professora Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi assassinada a facadas por um aluno dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), uma instituição particular localizada na zona Sul da capital rondoniense.


O crime

O ataque aconteceu durante o período noturno, enquanto a docente lecionava no curso de Direito. Segundo relatos de testemunhas, o aluno identificado como João Júnior, de 24 anos, surpreendeu a professora dentro da sala de aula e a esfaqueou, causando ferimentos graves.

Câmeras e vídeos feitos por pessoas presentes no campus mostram o momento em que o suspeito é contido por outros estudantes e funcionários, evitando que o ataque fosse ainda mais grave. Ele foi rapidamente imobilizado e preso em flagrante pela polícia que chegou ao local.

Após o ataque, Juliana foi socorrida em estado crítico e levada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu pouco depois.


Quem era a professora

Juliana Santiago tinha 41 anos e atuava como professora de Direito na faculdade. Além de sua carreira acadêmica, ela também era escrivã da Polícia Civil de Rondônia, o que reforça seu papel tanto na educação quanto na segurança pública da região.

O crime provocou forte comoção entre estudantes, colegas de trabalho e servidores da segurança. Muitos destacaram a dedicação profissional de Juliana e o impacto de sua perda no ambiente universitário e na comunidade jurídica local.


Investigações e motivação

Até o momento, as autoridades não divulgaram oficialmente a motivação do ataque, e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil para esclarecer todas as circunstâncias que levaram ao homicídio.

Algumas reportagens apontam que uma possível motivação pode estar relacionada a uma reprovação sofrida pelo aluno em uma disciplina ministrada pela professora no semestre anterior, o que estaria sendo apurado pelas autoridades — mas essa informação ainda não foi confirmada oficialmente pela polícia.


Repercussão

O crime gerou pânico e correria no campus, com estudantes e funcionários presenciando cenas de desespero e tentando ajudar a docente após o ataque. A faculdade ainda não divulgou um posicionamento oficial sobre a segurança interna após o episódio, mas a comunidade acadêmica deve passar por um período de luto e reflexão diante da violência.

VEJA O VÍDEO

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