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 Mais de uma década e meia depois do crime que abalou o país, o vínculo entre o ex-goleiro Bruno Fernandes e o filho que teve com Eliza Samudio volta a gerar controvérsia. Gravações divulgadas pelo jornal O Tempo expõem os bastidores de uma tentativa frustrada de encontro entre pai e filho no Rio de Janeiro, que acabou cancelada após acusações de intimidação.


Os áudios revelam a atuação de uma mulher ligada à família de Eliza, que tentou intermediar a reunião. Nas mensagens, ela afirma ter agido movida pelo afeto ao adolescente e pede que Bruno não falte ao compromisso, destacando a ansiedade do jovem pela oportunidade de conhecê-lo pessoalmente.


A tentativa de aproximação e o peso do passado

Segundo as gravações, o encontro seria realizado com cautela, sob um esquema de segurança e total discrição, em locais como Copacabana ou o Maracanã. A interlocutora ressalta que Sônia Samudio, avó materna e responsável legal de Bruninho, poderia ter recorrido a medidas judiciais para impedir a aproximação, mas optou por permitir a tentativa de contato.


“Ele conta os dias desde que isso foi combinado”, diz um trecho dos áudios, reforçando a expectativa do garoto, hoje com 15 anos.


Mesmo diante do tom emocional das mensagens, a defesa de Bruno, comandada pela advogada Mariana Migliorini, decidiu vetar o encontro. A orientação foi para que o ex-atleta não comparecesse, sob a justificativa de que o conteúdo das mensagens teria caráter intimidatório.


Bruninho Samudio, que sonha em seguir os passos do pai e atua como goleiro, vive com a avó desde o assassinato de Eliza Samudio, em 2010. A divulgação dos áudios evidencia que, apesar de haver disposição para um diálogo, as marcas deixadas pelo crime e os impasses jurídicos do caso ainda dificultam qualquer reaproximação familiar.


A mulher mencionada nas gravações nega ter feito ameaças, enquanto Sônia Samudio não comentou, até o momento, o vazamento do material.

OUÇA O ÁUDIO.


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