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 Uma jovem chamada Stefânia foi assassinada a golpes de faca enquanto segurava o próprio filho no colo, na noite de sábado (17), no bairro Vila Airosa, região do Jaçanã, na Zona Norte da capital paulista. A autora do crime, uma mulher trans, foi detida em flagrante pela Polícia Militar pouco tempo após o ataque.


Toda a sequência foi registrada por câmeras de segurança da residência. As gravações mostram Stefânia sentada em frente à casa por volta das 19h29, mexendo no celular e com uma das crianças no colo. Em determinado momento, a agressora se aproxima de forma tranquila, entra no imóvel e sai logo depois. Minutos mais tarde, retorna ao local empunhando uma faca de cozinha e passa a atacar a vítima, sem que haja qualquer discussão prévia.


De acordo com a Polícia Civil, as duas já se conheciam, o que explicaria a ausência de reação de Stefânia quando a agressora entrou na residência. O crime ocorreu diante dos filhos da vítima. Stefânia era mãe de quatro crianças, sendo a mais velha com 13 anos.


Após desferir os golpes, a suspeita ainda teria arrastado o corpo da vítima pelos pés até que ela perdesse a consciência. Stefânia não resistiu aos ferimentos e morreu antes da chegada do atendimento médico.


A agressora foi encontrada nas imediações do local e confessou o homicídio aos policiais. Em depoimento, alegou que o crime teria sido motivado por ciúmes, afirmando suspeitar de um suposto envolvimento da vítima com seu companheiro. Moradores da região relataram que a suspeita já era conhecida por episódios anteriores de desentendimentos semelhantes.


Durante a prisão, imagens mostram a mulher rindo e ironizando a presença da equipe de reportagem. A Justiça decretou a prisão preventiva, e o caso foi registrado no Distrito Policial do Jaçanã. A Polícia Civil informou ainda que a suspeita possui antecedentes criminais por um crime semelhante.


Stefânia vivia sozinha com os filhos e, segundo a polícia, não tinha familiares próximos na cidade. O Conselho Tutelar assumiu provisoriamente a guarda das crianças até que um parente ou responsável legal seja localizado.


As investigações continuam, com a oitiva de testemunhas e análise das provas reunidas. O inquérito apura o caso como homicídio qualificado.

VEJA O VÍDEO

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